8 cidades para investir em imóveis no sul do Brasil

8 de maio de 2017

Há vários fatores que devem ser levados em consideração no momento de se comprar um imóvel em determinada cidade. Normalmente, renda per capita elevada, população com alto nível de instrução e de vínculo empregatício, número considerável de empresas atuantes e déficit imobiliário elevado são bons argumentos para se definir uma região de investimento. Para facilitar a vida dos investidores, existem empresas de consultoria que elencam os municípios mais rentáveis em termos de lucratividade com a compra e posterior aluguel ou venda de uma casa, apartamento ou sala comercial.

A Prospecta Inteligência Imobiliária é uma delas e, conforme reportagem disponível no portal Exame.com, disponibilizou a lista das cem melhores cidades do Brasil para investir em imóveis. São Bernardo do Campo, no estado de São Paulo, é a cidade com mercado imobiliário mais atrativo do Brasil. Na segunda posição do ranking está Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, e em terceiro lugar, Santo André, também em São Paulo.

Foram analisadas todas as cidades do país com menos de um milhão de habitantes, cerca de 94% dos municípios brasileiros. A consultoria focou na demanda de cada região estudada e não somente na oferta, como normalmente este ranking é realizado.

Abaixo, listamos com base na Prospecta os lugares que devem despontar no cenário imobiliário brasileiro nos próximos meses e anos, com ênfase nas opções catarinenses e gaúchas. Veja:

1 – Florianópolis (11º lugar)

A capital catarinense apresenta potencial para investimento em todos os padrões de imóveis – alto, médio e baixo. Possui déficit habitacional de 29,02%, enquanto a população recebe a cada mês oito salários mínimos em média . Florianópolis é um dos principais polos de tecnologia e turismo do país. Também atrai muitas pessoas que chegam para estudar nas universidades federal e estadual (UFSC e UDESC) alojadas ali.

2 – Caxias do Sul (27º lugar)

Região de colonização italiana, Caxias é um dos principais polos populacionais do estado gaúcho. Quem vive nesse município ganha aproximadamente sete salários mínimos e, portanto, pode adquirir imóveis de todos os estilos. O déficit local em termos de habitação é de 28%.

3 – São José (50º lugar)

O município que se encontra na região da Grande Florianópolis é outro destaque catarinense quando o assunto é mercado imobiliário. São José acaba sendo a cidade-dormitório de quem trabalha na Capital e, portanto, vem sendo bastante visada. Todos os estilos de imóveis nessa cidade terão boa aceitação. O déficit é de 25% e as pessoas recebem aproximadamente seis salários mínimos a cada mês.

4 – Itajaí (65º lugar)

Médios e baixos padrão devem ser as prioridades de investimento imobiliário nessa cidade situada na foz do Rio Itajaí Açu, no Vale do Itajaí. Tem-se um déficit habitacional de 27,3% e a população recebe em torno de cinco salários mínimos por mês. Itajaí vem crescendo muito recentemente e, inclusive, já tem o maior Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina – sendo o Porto de Itajaí e Navegantes (município ao lado) um dos maiores impulsos dessa realidade em ascensão.

5 – Balneário Camboriú (80º lugar)

Ao lado de Itajaí, Balneário Camboriú atrai turistas o ano inteiro pelas praias, comércio e festas. Nessa cidade, o atraso habitacional chega a 40% e são recomendados investimentos em todos os tipos de imóveis. Há públicos para todos os bolsos e gostos. Sete salários mínimos é a média mensal de recebimento por quem vive nesse município.

6 – Santa Maria (79º lugar)

Essa cidade gaúcha também atrai inúmeros estudantes e também militares que chegam para realizar formação. Aproximadamente 28,17% dos forasteiros têm dificuldade para encontrar um imóvel para alugar ou comprar, sendo que a média salarial é de seis salários mínimos. Há espaço para investimento em alto, médio e baixo padrão.

7 – Novo Hamburgo (97º lugar)

Uma das lanternas do ranking, Novo Hamburgo ainda merece destaque principalmente pela proximidade à Porto Alegre. Médio e baixo padrão de imóveis têm espaço frente a uma comunidade que recebe cinco salários mínimos, em média. Aqui, a dificuldade na habitação é de 23,56%.

8 – Pelotas (98º lugar)

Logo atrás de Novo Hamburgo, Pelotas possui dados bastante parecidos. A principal diferença é que apresenta déficit de habitação levemente inferior: 23,04%.

Você adicionaria alguma cidade a esta lista? Ficou com alguma dúvidas sobre os melhores lugares para focar em investimento imobiliário? Fique à vontade para compartilhar conosco. Entre em contato!

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